sábado, 29 de dezembro de 2012

Certeza. É isso! Um segundo... e não mais.
Quão voláteis convicções. Razão?
Não, razão não. Não agora...
Diria o poeta*: "Quem tem alma, não tem calma"
O amor é constante, talvez beire a calmaria contrariando o poeta [...]

"Qual a paz que eu não quero insistir pra tentar ser feliz"
[...] Mas perca a paixão de uma paz sem proatividade, sem ousadia...
Eu queria me entregar a todo momento... mas que o instante seguinte não fosse uma reflexão ácida. Que ele fosse sereno de leveza daquele que ama... Aquele abraço do pós-love... Não há nada mais leve que um abraço do pós-love com a pessoa amada. Talvez um fim de tarde com sol no couro, um mergulho de dia quente numa água limpa e gelada.. Certo, há concorrências...
2013... 365 possibilidades de fazer de cada momento um instante pós-love...

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